




O Alf deixa o agente cuidar do contato do dia a dia (com supervisão). O Votta se recusa por princípio — recepção, pós-falta e renovação são humano inegociável. Mesma bandeira ("humano no comando"), prática oposta. É a camada que emprega gente na escola.
Theo aposta em didática + saber vender. Votta ancora em autoria + concepção. Mesma pergunta ("onde investir pra não virar descartável"), respostas diferentes.
O acelerador "adapta ou fica pra trás" contra três músicos, cada um com sua linha humana. Dá voz ao medo da plateia: o emprego.
1h30, mediação de Eric Luciano. Ao vivo: Theo Machado (Equilibrium, SP), Luciano Alf (LA Music, RJ) e Roberto Votta (doutor em Musicologia pela USP, hoje em Portugal). A participação de Danilo Gato entrou por vídeo, no corte de 8 minutos, com QR code na sala para o vídeo completo. Plateia de professores de música e donos de escola.
Eric não conversou pessoalmente com nenhum dos debatedores. Um agente de IA falou com cada um no particular, pelo WhatsApp dele, perguntou o que cada um já usa de IA e o que faz questão de não automatizar, e consolidou as respostas no dossiê que virou este material. O debate abriu com essa história sendo contada para a plateia.
Ninguém defendeu não usar IA. A diferença apareceu na dose e no lugar onde cada um trava a linha do humano. Eric no extremo, usando para praticamente tudo. Alf rodando bastante agente na operação da escola. Theo no meio do caminho, e se aprofundando. Votta no uso mais leve, com a linha na autoria e na relação com aluno e família. O confronto foi positivo, mas leve, e o que cada um trouxe bateu com o levantamento feito antes.